11 novembro 2011

Tô falando é de Jazz, baby

Ahh, como eu amo jazz. (). Assumo aqui a minha paixão pelo gênero musical, que tenho poucos amigos que gostam e menos ainda, que conhecem a história  desse ritmo musical que tem 'embalado' várias gerações. O jazz é uma manifestação artístico-musical originária dos Estados Unidos. Tal manifestação teria surgido por volta do início do século XX na região de Nova Orleans, e em suas proximidades, tendo na cultura popular e na criatividade das comunidades negras que ali viviam um de seus espaços de desenvolvimento mais importantes. Nascido do blues, das work songs dos trabalhadores negros norte-americanos e do negro spiritual protestante, o jazz passou por uma extraordinária sucessão de transformações no século XX.

O termo jazz começa a ser usado no final dos anos 10 e início dos anos 20, para descrever um tipo de música que surgia nessa época em New Orleans, Chicago e New York. Seus expoentes são considerados "oficialmente" os primeiros músicos de jazz: a Original Dixieland Jass Band do cornetista Nick LaRocca, o pianista Jelly Roll Morton (que se auto-denominava "criador do jazz"), o cornetista King Oliver com sua Original Creole Jazz Band, e o clarinetista e sax-sopranista Sidney Bechet. Em seguida, vamos encontrar em Chicago os trompetistas Louis Armstrong e Bix Beiderbecke, e em New York o histriônico pianista Fats Waller e o pioneiro bandleader Fletcher Henderson. Em 1930 o jazz já possui uma "massa crítica" considerável e já se acham consolidadas várias grandes orquestras, como as de Duke Ellington, Count Basie, Cab Calloway e Earl Hines.

A evolução histórica do jazz, assim como da literatura, das artes plásticas e da música clássica, segue um padrão de movimento pendular, com tendências que se alternam apontando em direções opostas. Em meados dos anos 30 surge o primeiro estilo maciçamente popular do jazz, o swing, dançante e palatável, que agradava imensamente às multidões durante a época da guerra. Em 1945 surge um estilo muito mais radical e que fazia menos concessões ao gosto popular, o bebop, que seria revisto, radicalizado e ampliado nos anos 50 com o hard bop. Em resposta à agressividade do bebop e do hard bop, aparece nos anos 50 o cool jazz, com uma proposta intelectualizada que está para o jazz assim como a música de câmara está para a música erudita.
 
Bacana não? E como a semana tá acabando, e tem um feriadão ai nos esperando, farei uma play list diferente: uma seleção dos jazz que mais amo ouvir (não colocarei todos, pois a lista é imensa), para que caso você não conheça esse gênero 'delicioso' de ouvir, possa se dar a esse luxo. Aprecie sem moderação nenhuma.
 
 
 
 




Espero que tenham gostado da seleção e apreciem tanto quanto eu esse ritmo.

Tenham um ótimo feriado!!

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