18 fevereiro 2015

FICA A DICA: A TEORIA DE TUDO


Oiiiii!! Aproveitaram bastante o feriado de Carnaval? Se jogaram nos blocos ou curtiram um descanso na praia ou campo? Bom, isso não importa, o que não pode é ter deixado de aproveitar, já que agora, a palavra de ordem é 'trabalho'! Passado festas de reveillon e Carnaval, o ano 'enfim' vai começar como deve. E com ele, a corrida para ver os filmes indicados ao Oscar 2015.

Sim, já falei por aqui que nunca fui dei muita atenção para os filmes antes da premiação, mas confesso que vi a sinopse de alguns e fiquei louca para ver, se não todos, pelo ao menos a maioria. E aproveitei que não sou muito chegada a folia de Carnaval (admito, tenho 'preguiça' de tumulto), para ver alguns filmes que estava desejando há algum tempo, além, claro, dos que estão na lista do Oscar.

E o que vi hoje e corri para dar minha humilde opinião, foi A Teoria de Tudo. Que filme. Que atuação. Estou hipnotizada. Não, não é exagero algum, Eddie Redmayne (“Os Miseráveis”) está m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o em cena, e já posso dizer, sem nem ter visto os demais, que o filme e o ator, merecem a estatueta (Já levou Globo de Ouro e SAG, pela atuação no filme).


Protagonizado por Eddie Redmayne e Felicity Jones ("O Espetacular Homem-Aranha 2"), o filme retrata a extraordinária história de uma das mentes mais brilhante no mundo (um dos cientistas vivo mais importante e respeitado), o renomado astrofísico Stephen Hawking, que aos 21 anos, já na faculdade, foi diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica, uma doença motora degenerativa.

O médico deu dois anos de vida. Mas ele viveu mais. Viveu muito. Intensamente, dentro das suas 'limitações', claro. Um diagnóstico desolador para um jovem, não? Mas é na faculdade que Hawking se apaixona perdidamente por Jane Wilde (Felicity), sua colega na universidade de Cambridge, com quem se casa, tem três filhos e segue ao seu lado lutando ferozmente pela sua sobrevivência.


Stephen embarca no seu trabalho científico mais ambicioso: o estudo justamente daquilo que ele menos teria — tempo. Juntos, eles desafiam todos os prognósticos, inaugurando perspectivas na medicina e na ciência e conquistando mais do que jamais poderiam ter sonhado.

Um trabalho poético e minucioso. Encanta. Emociona. Nos leva a refletir sobre nossas motivações e limitações. Pareço estar exagerando ao falar do filme, mas fazia um bom tempo que não me encantava tanto com uma interpretação. Do início ao fim. O olhar, os movimentos, tudo é tão forte, tão crível, que não tem como não se sentir tocado pelo personagem. De aplaudir de pé!!!



Reprodução

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